teste
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Esse é um "não lugar" para aproximar os fragmentos e "derrête-los" em público, na perspectiva do momento histórico demonstrar-se combinado, dialógico e veloz. O derretimento é um estratégia para lidar com o sólido e os não sólidos da suposta realidade. A realidade, é uma compreensível moradora das concorrências antagônicas do pensamento, portanto uma ilusão. Uma farsa real impossibilitada de pretender um resultado de síntese.[Lucio Uberdan]
Minha alma é nômade - RELatividade
Março 18, 2007 às 2:15 pm · Arquivado em
De alma nômade convivo pacificamente com os limites de meu corpo, sei que a limitação de não poder voar não é um limite físico, mas sim, um incapacidade de enxergar o que existe a mais.
Meu nomadismo prosseguirá portanto nesse ambiente virtual, local onde por vezes me sinto potencializado mesmo que ainda cético sobre tal.
Aqui começa meu novo blog, ou pelo menos uma tentativa de novamente me movimentar - o Relatividade do Blogspot foi essencial e apaixonante, mas agora o Relatividade no wordpress controla a situação e prossegue: “aproximando fragmentos e derretendo eles em público”.
até mais,
Lucio Uberdan
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Marcadores: Pessoal
Vídeo da música "Wátima" que compõem o disco de mesmo nome de Andy Palacio, um dos mais populares músicos do Belize. No CD ele toca com o Coletivo Garifuna.
O Belize é um pequeno país da América Central que faz fronteira com o México, Honduras e Guatemala e que tem uma costa paradisíaca, motivo pelo qual o turismo torna-se uma fonte de renda controladora e de certa maneira escravizadora da cultura Garifuna.
Andy não é apenas músico, mas é um ativista e defensor da cultura Garifuna. Os Garifunas são uma população afro-crioula que instalou-se na atual região do Belize, são ex-escravos que misturados aos Índios recriaram uma cultura linda e alegre.
O CD também tem a participação do mestre Paul Nabor. Vale a encomenda.
Lucio Uberdan
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Lucio Uberdan
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Marcadores: Música
Trabalhando em um artigo hoje pela manhã, de título provisório “Liberdade, criatividade e compartilhamento: Conceito e inevitabilidade contemporânea?”, me senti com vontade de dividir a ferramenta “Textos e planilhas” que compõem o Gmail (servidor de emails da GOOGLE). Você já se deu por conta que a esquerda na parte superior (acima do logo Gmail) não para de cessar o aparecimento de pequenos links na seguinte ordem – Google – Gmail – Agenda – Fotos – Textos e planilhas – mais >>>. Esses links são: i) demais serviços disponibilizados gratuitamente pela Google que funcionam de maneira articulada entre si; ii) essas ferramentas podem funcionar articuladamente entre você e outros usuários Google que você escolhe.
Comece agora a escrever o que bem desejar, comece sempre com um título (ex: Mil Platôs), assim ao salvar ele colocará como nome do arquivo o título escrito. Note que se tem as principais ferramentas dos editores de texto, bem como, se clicar em “inserir” abre-se mais outras tantas. Após escrever o que desejar, clique em “Salvar e fechar” (no alto a direita).
Você está agora com seu trabalho salvo. Na tela agora e na seqüência do nome do arquivo, terá a palavra “eu” “compartilhar agora” (link) clique ali. Na nova tela que se abre terá um espaço em branco a esquerda, comece a digitar os emails dos amigos os quais queres compartilhar o trabalho, pode-se colocar muitos emails, após é só clicar em convidar e confirmar na pequena janela que abre. Um convite será enviado as pessoas escolhidas.
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Marcadores: Cibercultura, Cultura, Informação, Pós-Modernidade, Tecnologia
"Repentinamente, todos consumiremos drogas; sejam administradas sob regras ou vendidas sob contrabando, isto apenas é uma distinção formal." >>> íntegra aqui.
John Zerzan
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Marcadores: Filosofia
"Perdido em um oceano da areia, duas silhuetas andam sobre Ishtar, uma menina pequena que desliza completamente com espírito, e seu Bab de primeira geração Aziz, um dervish cego. A menina, guia-o para a reunião dos grandes dervishes que ocorre a cada trinta anos, mas para encontrar o segredo do lugar, é necessário “parar e escutar o silêncio infinito do deserto com seu coração”.
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O legado de Fela Kuti
Fonte: nem1nome - Lisboa - Portugal
Depois de ter agitado a noite londrina com a sua banda Koola Lobitos enquanto frequentava uma escola de música local, e de ter contactado com o movimento Black Panthers – e com o jazz – nos EUA durante o efervescente ano de 1969, Fela Kuti regressou à sua Nigéria natal com intenções bem definidas relativa às políticas corruptas e socialmente desastrosas que dominavam o seu país. Não basta falar em carisma para descrever a pessoa de Fela Kuti, e é por demais redutor falar em legado para resumir tudo aquilo que Fela fez – musica, social, e politicamente – ao longo das décadas de ’70, ’80 e ’90. Porquê? Porque não é fácil encaixar a grandeza, excentricidade e multiplicidade de feitos deste génio musical num punhado de palavras. Boa parte da vida de Fela parece arrancada de uma doutrina de insurreição: o denominador comum a tudo aquilo que Fela fez é o radicalismo.
Insatisfeito com a instabilidade política do seu país, e decorrente miséria social, Fela desenvolveu ao longo da década de 70 a sua visão musical: o Afrobeat, um fiel retrato de tudo aquilo que Fela fez e quis fazer pelo continente Africano. Uma mescla de ritmos africanos, big bands de jazz, funk, metais, uma figura de estilo pródiga em mensagens e palavras de intervenção. Música declaradamente panfletária que crescia a cada semana num clube nocturno – “The Shrine” – de Lagos, e que tinha a sua sede na propriedade comunal desenvolvida por Fela – Kalakuta Republic. Fela declarou a independência deste espaço comunitário, onde se encontrava o estúdio em que gravava e onde vivia com a sua extensíssima família (as suas 28 esposas, das quais mais tarde se viria a divorciar por achar que uma mulher não deveria ser propriedade de ninguém). A aceitação massiva do Afrobeat na Nigéria, e as prestações frenéticas de Fela Kuti nos concertos semanais do Shrine – Fela alternava entre o sax, o teclado, a voz e doses consideráveis de erva – deram a Fela uma credibilidade popular nos bairros de lata de Lagos que mais tarde se revelaria essencial.
Em 1977, o regime militar moveu um ataque de cerca de 1000 soldados sobre Kalakuta, com consequências devastadoras: a propriedade foi incendiada, Fela ficou seriamente ferido, e a sua mãe foi assassinada, tendo sido atirada na sua cadeira de rodas a partir do primeiro andar do edifício central de Kalakuta. A posição de Fela não saiu de forma alguma enfraquecida. Ainda na ressaca desta tragédia, Fela organizou uma marcha pelas ruas de Lagos. Objectivo: entregar o caixão com o corpo da sua mãe ao chefe de estado que ordenou o ataque.
Os conflitos continuaram e durante a década de ’80 o governo acabaria por encontrar matéria legal suficiente para condenar Fela Kuti a 10 anos de prisão. O apoio do povo nigeriano e a acção diplomática da Amnistia Internacional acabariam por dar frutos, encurtando a reclusão de Fela. Fela voltou ao mundo com vontade redobrada de reafirmar a revolução afrobeat, e foi assim que foi continuando o seu trabalho, reflectindo cada vez mais o seu desagrado face às políticas internas e às políticas dos países ocidentais e ex-colonialistas em África. Fela acabaria por morrer em 1997, vítima de AIDS e de ferimentos contraídos num ataque militar.
No entanto, a visão deste homem já o tinha suplantado, e durante os anos em que esteve preso, Femi Kuti assumiu o comando da big band do pai. Talvez tenha sido esta convivência próxima com a dura realidade da vida de Fela que tenha feito Femi optar por uma abordagem menos racista, sexista, e extravagante dos problemas que ainda hoje afligem África. Essa postura menos radical reflecte-se numa sonoridade que bebe influência numa maior panóplia de estilos musicais e cuja mensagem, apesar de mais sóbria, continua a ser eminentemente política. Femi atestou em conjunto com a associação red+hot, o peso e influência que o afrobeat tem na cena musical dos dias que correm, gravando uma compilação de versões de temas de Fela Kuti em conjunto com artistas das mais distintas esferas musicais.
O que lhe falta em excentricidade e mediatismo, sobra-lhe em acção: Femi Kuti continua a dar concertos semanais em Lagos, Nigéria, e prepara terreno para a entrada em cena de Seun Kuti, o filho mais novo de Fela.
Algumas músicas: Expensive shit - Lady - Gentlemen - Water No Get Enemy - Sorrow Tears And Blood
Clique no link e faça download do cd - Fela and the Afrika 70 - Zombie
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Anouar Brahem (a direita do oud), músico Tunísiano especialista no oud espécie de bandolim árabe (foto). Anouar estudou e especializou-se no estilo árabe chamado Maqam. Deixou-se influenciar também pelo Jazz, pela música oriental e mediterrânea.
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Marcadores: Música
Hoy Estoy Raro - El Cuarteto De Nos
Hoy estoy raro y no entiendo porque
si nada extraño me tuvo a maltraer
hoy estoy raro y no sé lo que hacer
Será que hoy me puse a recordar
los días de mi infancia cuando siempre estaba mal
hijo único de la casualidad
mi padre era hippie y mi madre era punk
ca, capaz fue por esa niñera
que para que no llorará ponía en mi mamadera
valium y salió un
día con sus amigos y volvió con esa manga de drogados
y acelerados
en un rito satánico después de torturar a mi hámster
cocinaron, fue un infierno
me lo hicieron probar y no era tierno
depende, ahí yo era un jopende
como dijo mi tío que es un tipo que me entiende
el que no sufre no aprende
y me bajo el nintendo de una patada
y me robó la plata que el ratón dejó bajo mi almohada
todos se reían cuando arrastraba la erre
mi abuela me pedía que si moría no la entierre
y que subiera más, quizás, quizás, quizás
Hoy estoy raro y no entiendo porque
si nada extraño me tuvo a maltraer
hoy estoy raro y no sé lo que hacer
sentarme a esperar
que se me pase y chau
Y ta capáz fue que quedé marcado
por ser hijo de padres divorciados
que tarado, no lo había pensado
pero si fuera así todos seríamos traumados
y yo a media luz, ponía un blues
y mi abuela a Jesús
le pedía que Gardel no fuera de Toulouse
yo pinchaba con su cruz
mis granos de pus
por mi alergia al pus
achus, será que fui a cenar
con la novia de mi padre
que me invitó pero me hizo lavar las cacerolas
y al ver que mi hermana desfilaba media en bolas
me dijo mira, las modelos son todas trolas
y se enfurece, justo ella
que cuando toma se empútese
y me tuve que rajar
cuando después del cuarto vino
me empezó a toquetear
y se rió y le vino hipo
y me contó como anticipo
que va a dejar al viejo
por el tipo que le pago la lipo
será por eso
que estoy sensible
la vida es impredecible
Hoy estoy raro y no entiendo porque
si nada extraño me tuvo a maltraer
hoy estoy raro y no sé lo que hacer
sentarme a esperar
que se me pase y chau
Capaz que no le hizo gracia al de la farmacia
cuando dije que yo defiendo a muerte la eutanasia
decía que si todos se morían se fundía
y me tiro con un frasco de homeopatía
o en una de esas
como decía el peyote, estoy mal de la cabeza
pero no, si el doctor que me curó
me juró que la herida del frascazo en la nuca ya cicatrizó
será ese copetín que tome en un cafetín
picando un salamín, escuchando Led Zeppelin
o fue esa moza con pinta de viciosa
que me babo, y se hecho en mis brazos alguna cosa
que pedazo de guaso se rompió el vaso
cuando mi faso le quemó el brazo
y por mi torpeza
deje un barril gigante de cerveza mal cerrado
y el bar quedó inundado
que acertado
pensar que yo me quise levantar a la nami
hablando del tsunami
baldeando me dijo, viste
volve por donde viniste
el cielo no existe
Hoy estoy raro y no entiendo porque
si nada extraño me tuvo a maltraer
hoy estoy raro y no sé lo que hacer
sentarme a esperar
que se me pase y chau
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Não escrevia a dias no Blog, parecia sem necessidade apesar de muitas coisas acontecerem, mas hoje (agora) foi inevitável. Chegando em casa a pouco fui informado do falecimento de um grande pensador que eu ainda sonhava um dia conhecer. A alguns anos atrás, fui a Porto Alegre especialmente para uma palestra do francês Jean Baudrillard em um seminário internacional, por motivos de doença a sua viagem ao Brasil para o evento foi cancelada.
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Marcadores: Filosofia, História, Pessoal, Pós-Modernidade
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Três dos treze chamados "DNS root servers" (servidores raiz que fazem a distribuição dos nomes de domínio), entre eles um mantido pelo Departamento de Defesa americano, foram atacados com uma sobrecarga de dados por cerca de 12 horas.
Os ataques DoS foram iniciados durante a noite de terça-feira e visaram principalmente os servidores G (Departamento de Defesa americano), L (da ICANN, órgão responsável pelo registro de domínios) e o M (do projeto WIDE), estabelecidos em diferentes locais.
Ataques direcionados a outros dois servidores, F e I também foram feitos, mas foram de menor duração, embora tenham acertado algumas terminações de domínios, como foi o caso da extensão .org.
O instituto de segurança SANS disse estar ciente dos ataques, mas liberará um relatório oficial apenas depois de realizar análises mais cuidadosas sobre os dados, e encorajou qualquer pessoa com logs ou outras informações a respeito dos ataques a contatar seus representantes.
Durante os ataques, alguns serviços ficaram parados, como o caso do Whois, que permite identificar proprietários de domínios registrados pela ICANN. O fato surpreende, já que o grupo é composto de 13 servidores principais que distribuem dados para dezenas de servidores menores geograficamente espalhados para que, mesmo que dois terços falhem, os serviços não sejam interrompidos.
O motivo para os ataques não é conhecido ainda, mas Duane Wessels, pesquisador do Supercomputing Center em San Diego, acredita que tenha sido apenas uma tentativa de "se mostrar" ou causar tumulto. Por conta de uma "camuflagem" dos pacotes usados na sobrecarga dos servidores, é difícil descobrir a origem dos ataques, mas muitos dados foram rastreados e levaram até computadores da Coréia do Sul, o que pode indicar o ponto de origem.
John Crain, CTO da ICANN avisou que a busca pelos responsáveis vai continuar, e que este foi um dos ataques mais significantes contra a internet desde outubro de 2002, quando outro ataque foi feito aos mesmos 13 servidores raiz.
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Marcadores: Ativismo, Política, Pós-Modernidade, Tecnologia
"O SIM ganhou, no referendo mais participado de sempre. A sociedade portuguesa deu um sinal inequívoco à Assembléia da República para que legisle de acordo com a vontade dos portugueses." Blog Feminino Lucio Uberdan
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"A verdadeira funcionalidade da democracia, é garantir a liberdade para o consumo" Quanto Vale ou é Por Quilo?
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True_bavarian Photos é um Flickr profissional, são algumas centenas de fotos diversas, um book para ficar horas, clique aqui.
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Marcadores: Filosofia, Literatura
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Uma revelação da WordMusic, uma menina, Mayra Andrade canta e conta a vida do povo de Cabo Verde. Lucio Uberdan
Tunuka
Tunuka, Tunuka bála
Ki tem koráji, é só Tunuka di meu
Sukuru ka da-l kudádu,
Ka duê-l xintidu, ki fari duê-l korasom.
Tunuka é nós ki bai,
É nos ki bem, é nos ki fika li-mé.
Nu uni korasom,
Nasionalidádi dja-nu tem dja,
Nu mára nós kondom, nós limária nu dexâ-l la.
É nós ki mbárka pa Sam Tomé
Injuriádu marádu pé
Mi ku bo ki stába la mé
Tudu m-dádu m-da-u també
Na nós pom di kada diâ, oxi dretu manham mariádu
Ramediádu ka tem midjor
Ki spéra m-dádu m-da-u també.
Tunuka kre-u ka pekádu
Da-u ka ta fládu, má só bu da-m ki tenê-m.
Tunuka, Tunuka, Tunuka
Tunuka,Tunuka, é ti si ki-m tem pa-m fla-bu.
(solo)- Tunuka,t,t,t,t, é ti si ki-m tem pa-m fla-bu…
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Não se iluda pelo rosto bonito, não é Shakira.
O Ano é 2006, a idade é apenas 20 anos, o disco é "Navega", a referência é a rainha Cesaria Évora. Cantando em cabo-verdeano, Mayra Andrade lançou seu primeiro e único disco até então. Vale muito.
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Marcadores: Ativismo, Cultura, Economia Solidária, Informação

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James Blunt - Wiseman
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A vida me é muito estranha sabe, na “realidade” sei que sou feliz, mas ao mesmo tempo, elementos que muito me trazem felicidade são curtos. Alguns, atualmente inexistentes, mas deixo esses últimos de lado.
Os momentos curtos, essencialmente são para escutar música, e para ler. Sempre gostei de ler e acho que a faculdade (Ciências Sociais) me consolidou ainda mais isso, apesar de, dificilmente ler os textos de lá. “Infelizmente” prefiro definir o que vou ler, e pago por isso na faculdade, ou seja, meu “rito de passagem” lá, vai ser longo, bem demorado; mas não esquento, já internalizei e aceito isso numa boa, portanto, leio o que quero no pouquíssimo tempo que tenho fora do trabalho.
Tenho pouco mais de 200 livros e mais outros 100 na cabeça para serem adquiridos e lidos, meus livros são de literatura, poesia, política e sociologia, em especial, a antropologia e os temas que tratem a sociedade contemporânea a partir da tecnologia, esses, tem tomado ainda mais meu curto tempo.
Ainda ontem fiz minha visita mensal a Vanguarda: 4 livros, me passei; geralmente é 1 por mês. Encomendei “Mudar o Mundo sem Tomar o Poder” do John Holloway para acompanhar os debates propostos pelo prof. Alfredo Gugliano (ok); “O homem pós-orgânico. Corpo, subjetividade e tecnologias digitais” da Antropóloga argentina Paula Sibilia, (ta esgotado, mas tentarão conseguir); “Dilemas da Civilização Tecnológica” coletânea de textos coordenados por Hermínio Martins e José Luís Garcia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Hermínio Martins atualmente é uma das grandes referências no debate da Ciência da Tecnologia (só importado – esperando o valor para confirmar) e por fim a “Inconstância da Alma Selvagem” do Viveiros de Castro (encomendado), esse foi indicação do professor de antropologia Edgar Neto, por sinal, artigos do Viveiros de Castro seguidamente aparecem no meu blog (de maneira humilde claro).
Gosto e procuro ler todos os livros que tenho, em cada tema tem aqueles que tornam-se mais próximos de mim, penso que isso seja normal. Se não for, pouco importa.
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Marcadores: Antropologia, Cibercultura, Filosofia, Literatura, Música, Política, Pós-Modernidade, Pós-orgânicos, Tecnologia
The Smiths - How Soon Is Now
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Marcadores: Música
Abaixo, parte de uma entrevista de Viveiros de Castro - Antropólogo Brasileiro do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Para além das questões científicas e próprias do conhecimento e interesse de alunos e profissionais da área de Ciências Sociais, as contribuições do Perspectivismo Ameríndio, são essenciais a todos(as), afinal, o ser (estar) "humano" é uma qualidade (?!) também da onça (?!) do porco (?!) e por ai vai. Aqui a íntegra da entrevista. Aqui detalhes da publicação de "Inconstância da Alma Selvagem" - Cosac Naify, aqui a sua resenha.
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Marcadores: Antropologia, Cultura
"A antropologia desalojou o tempo único e a linearidade do velho mundo. O tempo cristão arcaico previa um tempo que se afunilava em direção ao seu esgotamento moral, sob a luz do filho na terra, incapaz de honrar a sua origem celestial. Sua finalidade estava na própria origem do tempo, que se dissolvia e perdia sentido como uma ampulheta. O homem sonhava com a origem e sofria ao dela distanciar-se."
Hegemonia e Diversidade Cultural > é o nome da conferência de Gilberto Gil no II Fórum Cultural Mundial. Texto longo de leitura rápida. Texto limpo, semeador de rizomas incessantes, conexões que demarcam com solidez e esperança o espaço da diversidade em um momento de crise, irreversível, da modernidade que nos foi apresentada pelo iluminismo.
Gil fala de Alteridade, Estado, Liberdade, Luta Social, apresenta seu conceito de Cultura, dedica-se a Diversidade Cultural, antes um mal (modernidade) que agora revisto, "...preenche nossos corações..." mas frisa: " ... as diferenças culturais são positivas, mas as desigualdades sociais não são e nem serão jamais"
Um texto que adequa-se ao tamanho e abertura do óculos de cada um, pois "...opiniões diferentes ... muitas vezes expressam momentos distintos da compreensão de um mesmo fenômeno."
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Por Edouard Glissant
"Convivemos com as fronteiras não como símbolos e elementos do impossível, mas como lugares de passagem e de transformação. Na Relação, a influência mútua das identidades, individuais e coletivas, requer uma autonomia real de cada uma dessas identidades. A Relação não é confusão ou diluição. Posso mudar me transformando com o outro, sem me perder nem me desnaturalizar. Por isso temos necessidade de fronteiras, não mais para nos deter, mas para exercermos essa livre passagem para o outro, para salientar a maravilha do aqui-lá." Na íntegra>>>
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"Em 2010, o presidente Clinton pode ter dois botões vermelhos em sua mesa - um que manda mísseis à China e outro que desliga todos os PCs da China - e adivinhem qual deles os chineses mais temerão?"
Ross Anderson
A robotização do controle
Por Diego Saravia
Na íntegra>>>
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"Em 2003, quando foi iniciada a atual guerra no Iraque, os sites iraquianos, todos obrigatoriamente registrados na Icann (Empresa convêniada que controla a Internet), nos Estados Unidos, saíram do ar misteriosamente. Até hoje, a empresa, responsável pelo registro de sites no mundo todo, não deu uma explicação sobre o ocorrido."
ONU descarta mudar controle da internet
"A ONU praticamente enterrou a proposta do Brasil de levar o controle da internet para uma entidade internacional e tirar das mãos da Icann, empresa com sede na Califórnia. O novo secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, anunciou que sua agência - ligada à ONU - não tem qualquer intenção de passar a administrar a rede e acredita que a criação de um novo fórum geraria controvérsias."
CIBERGUERRA
Touré defende que os países fechem um acordo internacional, envolvendo ainda as empresas, para garantir a “paz no ciberespaço”.
“Não há desenvolvimento sem segurança e nem segurança sem desenvolvimento. Temos que evitar uma ciberguerra entre os governos”, disse. “Ninguém seria vencedor, pois todos dependem da rede hoje. Por isso, a internet deve ser um local seguro para todos.
Na íntegra>>>
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Por France Presse - Londres
O Boletim de Cientistas Atômicos (BAS) adiantou nesta quarta-feira em dois minutos o ponteiro do Relógio do Apocalipse, um instrumento que simboliza a iminência de uma hecatombe nuclear.
Relógio do Apocalipse nuclear é adiantado
O ponteiro do "Relógio do Apocalipse", criado em 1947 para simbolizar os riscos das armas nucleares para a humanidade, agora marca cinco para a meia-noite, após ser adiantado em dois minutos, durante cerimônias organizadas simultaneamente em Washington e Londres.
"Estamos no limiar de uma segunda era nuclear. O mundo não se confronta com opções tão perigosas desde que as primeiras bombas atômicas foram lançadas sobre Hiroshima e Nagazaki [1945]", alertou o grupo de cientistas, que inclui 18 prêmios Nobel.
"O recente teste norte-coreano de uma arma nuclear, as ambições nucleares iranianas, as insistentes evocações da presença contínua de 26 mil armas nucleares nos Estados Unidos e Rússia são sintomáticos da incapacidade de resolver os problemas trazidos pela tecnologia mais destrutiva da Terra", afirmou.
O grupo de cientistas também alertou sobre o fracasso do mundo em resolver os problemas representados pela crise do aquecimento global.
Esta é a primeira vez que o relógio é adiantado desde fevereiro de 2002.
O relógio foi criado por cientistas de Chicago que participaram do projeto Manhattan, que deu origem à bomba atômica, lançada pela primeira vez sobre Hiroshima, no Japão, em 6 de agosto de 1945.
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Sera o Pós-humano?
Edgar Franco
“O termo hibernou e retorna atualmente ligado aos avanços tecnológicos e às proposições de hibridização em homem e máquina, carne e silício, no sentido de transposição da ontologia tradicional, dos limites físicos e naturais que definiriam historicamente o conceito de humano.” Prossegue>>>
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Nome de peso do reggae mundial, Matisyahu cantará no festival de verão de salvador-BA. Matisyahu é adpto do Judaismo Ortodoxo, com som baseado no reggae tradicional, Matisyahu incorpora elementos do folk, do rock e do hip-hop, e interpreta letras pacifistas que têm repercutido muito além da comunidade judaica. Vale a pena, tenho o Youth de 2006 (vai levar o Grammy).
Matisyahu - cd Youth - Fire of Heaven/Altar of Earth
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The Smiths - Girlfriend in a coma
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Caixa II
Os ursos dormem,
São estranhos, diferentes, mas são ursos.
Bonitos ursos.
Andei no meio deles,
Estão comigo aqui na caixa,
Tranqüilos em sua liberdade.
Não vou fazer barulho por eles,
Melhor o silêncio.
Para não imaginarem junto comigo.
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Você já mudou? Já sentiu que tem a possibilidade de lidar de maneira diferente com questões que anteriormente eram difíceis? Você tem certeza disso? Dessa mudança? Ela parece forte e real não? Será mesmo? talvez sim. Provavelmente sim.
Mas notou que essas certezas só chegam quando não temos mais como falar sobre isso, quando aqueles que tinham que saber já não escutam mais, e não escutam mesmo.
Posso afirmar que não se quer voltar no tempo e, geralmente, nem passar pelas mesmas situações novamente para coloca-las a prova, mas sim, o que se quer, é fechar o circuito da mudança.
Em certas questões somos como lagartas, que mesmo agora borboletas, não voam, não completam o circuito, estão trancadas pelo passado no casulo. Feias ainda por mais um longo tempo.
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Lucio Uberdan
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Saímos de Pelotas para Punta Del Diablo na sexta feira passada (29/12) ao meio dia, eu e mais 4 amigas(o). A viagem é algo tipo 260KM, 220KM no Brasil e mais uns 40KM dentro do Uruguay. No caminho tem a Estação Ecológica do Taim criada oficialmente em 1986, recebe várias espécies de aves migratórias da patagônia. O Taim, foi ampliado por decreto do atual governo federal de 33.000 ha para 100.000 ha e vale a pena dar uma paradinha. Mais uma hora e pouco estamos no chuy, divisa entre Brasil e Uruguay, daqui a 40KM estamos em Punta del Diablo.
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Os hábitos alimentares, foram uma das primeiras prática estudadas pelos culturalistas antigos. Esse estudo não foi de graça, pois na alimentação, torna-se claro, símbolos, práticas e relações sociais de uma sociedade em particular. Mas na contemporaneidade isso funciona bem ainda? Como resolvemos a situação, por exemplo, do meu prato hoje ao meio dia do dia de Natal?
Tem churrasco (Gaúcho), Tabule (Sírio), Feijão Tropeiro (Mineiro) e salada gelada de frutas com creme.
Quando todas as culturas se atravessam, poderíamos imaginar que a globalização consolida-se, porém, é quando temos um leque de possibilidades infinitamente amplo e próximo, que o particular ressurge e mantém-se com mais força ainda.
Olhando meu prato com o Tabule e o feijão tropeiro, recordei-me das "pressões por autonomia local" tão bem colocadas por Giddens no livro "Mundo em Descontrole" (vale a pena ler).
Tive a honra de ler Giddens, nas aulas do prof. Gugliano. Por sinal, o Gugliano está no Jornal Diário Popular de ontem/hoje, 2 páginas inteiras sobre o o processo eleitoral Venezuelano o qual o professor foi observador internacional - Que orgulho.
Lucio Uberdan
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Em visita ao Pelourinho – Salvador/BA, nesse mês de Dezembro, encaixou-se algumas idéias que tenho sobre a pós-modernidade. Bem como à crítica feita pelos modernos, principalmente na política.
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Damien Saez - Tu Y Crois Toi
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Vida de minha vida, meu sol.
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Que semana que esta difícil, tanta coisa a fazer, tão pouco tempo para enfrenta-las. Calor, etc.., etc.. Chegando em casa, mesmo que tarde e ainda que, tendo coisas a terminar, parece que já da-se uma carregada. Agora, já mais tarde, relaxar um pouco vai fazer bem, conversar com amigos(as) de longe na web; mexer no blog; ver email; meu orkut e de quebra rever pela 10ª vez o show do james Blunt na BBC Londres. É isso, a vida é dificil até pegarmos nos sono, não? bj
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Como diz minha maravilhosa mãe, as vezes o "psicológico" não aguenta. Já viu o mar subir? Pois depois ele desce. O que nos sobra além do cão?
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Moby - Everytime You Touch Me
Ala Odeon =)
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A ONG Ser Mulher e a Fundação Heinrich Böll, que por sinal, tem um site que por si só já vale uma visita semanal ou cadastro para newsletter. Ambas lançaram (mês passado) o caderno Biopolítica (download aqui). Eu Já fiz download, qualidade muito boa em todos aspectos. Conforme for tendo tempo, vou lendo preferencialmente os temas: Biotecnologia; Bioética; tecnologias genéticas. Que andam conectados com meus estudos de antropologia contemporânea. Ache o seus temas e baixe também.
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Já tinha comentado com amigos, sobre "Desafios de Palavras - Enfoques multiculturais sobre as sociedades da informação" a um tempo atrás, mas vale a pena reforçar no blog (para + 5). O livro foi escrito na última Cúpula Mundial da Sociedade da Informação em Túnis (aqui download cadernos de Genebra), por 30 autores da sociedade civil, militantes do tema da TI vindos de diferentes continentes. O livro é escrito em várias línguas, inclusive o português, para adquiri-lo (papel) é caro (39EUR), porém o mesmo é licenciado em Creative Commons, portanto, liberdade de conhecimento na íntegra, a um clique >>> aqui. Vale citar que, entre os autores esta o gaúcho Marcelo Branco, um dos (entre tantos) responsáveis pelo crescimento e amadurecimento do movimento software livre no RS e Brasil. Vale a pena ler.
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Lucio Uberdan
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Marcadores: Política, Software Livre, Tecnologia
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"Chegamos ao gelo escorregadio em que não há atrito e onde, portanto, em certo sentido, as condições são ideais, mas onde também, justamente por isso, não conseguimos andar. Queremos andar, portanto precisamos de atrito. De volta a terra firme!"
Wittgenstein - Investigações filosóficas, 107.
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Lucio Uberdan
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Com quem será? Com quem será? Com quem será que o Lu...?
Posso sonhar com uma índia? de alguma tribo?
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Lucio Uberdan
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Comentei num post ontem que falaria mais de mim daqui para frente, com os devidos limites claro, afinal não sou nenhuma June Houston. Comentei ontem que sempre dou uma lida antes de dormir, e a bola da vez ontem (a noite) era Paul Virilio. Agora em casa desperto, escutando no Listen o mestre Ali Farka Toure - CD The River, recordei de fazer esse rápido comentário, não do sono, mas do artigo.
Paul Virilio é um crítico das novas tecnologias e sua virtualidade, arquiteto e filosofo. No artigo em questão a fala inicial é sobre June Houston, americana que por medo (paranóia/exibicionismo) de espíritos, instalou 14 câmeras em sua residência para que milhares de pessoas pelo mundo acompanham sua lida diária e caso vejam um espírito, biiiiiiiii, avisam June na hora (alguns internautas mandam extensos relatórios semanais).
"(...) não se trata mais de prevenir contra uma intrusão criminosa, mas de partilhar suas angústias, seus fantasmas com toda uma rede (...)"
Aprofundando a "teleproximidade social (...) renovando a vizinhança, a unidade de tempo e o lugar de coabitação física". Virilio comenta no artigo, que a questão encontra-se na televisão, numa "nova televisão", não mais para informar e divertir através de uma "trans-aparência mídiatica do espaço real" (ficção das novelas, bom exemplo). O que está em jogo agora não é esconder o real através de uma imitação, mas sim, tornar as pessoas e seu espaço "potencialmente comunicante". Através da "iluminação do tempo real" podemos finalmente enxergar os antigos cantos invisíveis do desejo de super exposição (o blog é entra nisso? ).
No mercado global, a superexposição das atividades, empresas, produtos, sociedades, reservou espaço para não mais populações alvos, mas exposição dos indivíduos (me lembra o EPIC - Construção de Informação Personalizada Envolvente da Google) - sistema pelo qual nossa caótica e difusa mídia será filtrada, ordenada e entregue. Mas, voltando a virilio e a superexposição, afirma ele conceitos como a "publicidade comparativa" e o “comércio do visível”, depois que a eletricidade nos iluminar o séc XX, o "instante" nos iluminará o séc XXI. No restante do artigo segue o filosofo trabalhando o comércio da visão e seus tentáculos que vão desde a francesa Pick-up até a Kroll e a Control Risk. É isso, se queres saber mais, da uma lida, é muito interessante.
Lucio Uberdan
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>>> "A ideia de um homem (mulher) não-alienado, liberto da coerção social nas suas escolhas e valores, é quase tão realista como a de uma cebola quintessencial que é o que resta quando todas as folhas tiverem sido removidas".
- De "Contemporary thought and politics", 1974. >>> Ernest Gellner
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Lucio Uberdan
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Ontem me perguntei: -Será que não “deveria” escrever mais sobre mim aqui no blog? Afinal, não é para isso que servem os blogs? De outro lado, penso que já comento tanto nas “entre linhas”dos post, não? Bem, mas como já me falaram isso, vou falar sobre mim um pouco mais, só agora não, esto cansado (00:15), vou escovar dentes e deitar, ler o artigo 7 - pág. 61 a 69 do “A bomba informática” do Arquiteto Filosofo Paul Virilio. Esse artigo foi publica no Le monde em 1997 e fala sobre o voyerismo e a televigilância contemporânea, em suma, sobre o estar junto, conectado, numa sociedade cada vez menos real e sim virtual. São pequenos artigos, leio 1 por noite. Beijos e boa noite.
Lucio Uberdan
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O RWindows não faz parte de minha vida (computador) a muito tempo. O Windows é um sistema operacional proprietário, fechado, capitalista, monopolista, não sustentável e financiador de guerra, de inúmeros movimentos e partidos conservadores pelo mundo todo. O Windows é o responsável por manter Bill Gates ainda como o homem mais rico do mundo. Mas em contra-partida, eu e milhões de pessoas pelo mundo, usam software-livre Gnu/Linux. Eu mais especialmente na atualidade, uso a versão The Edgy Eft (A Salamandra Hi-Tec) do Sul - Africano UBUNTU.
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